América Criativa e Latina

América Criativa e Latina

Muito antes do Reino Unido definir um plano estratégico para Nação Criativa, há séculos, inúmeras civilizações em nosso continente como os incas, os maias, os astecas, praticavam não só a economia criativa, mas também a solidária, a colaborativa, e a verde.

Essas civilizações usavam da criatividade, inovação, da natureza e conhecimento coletivo para aplicar em tecnologia de irrigação, sistemas de engenharia hidráulica, metalurgia de cobre e bronze, técnicas de comunicação, música com instrumentos como tambores, flautas, conchas marítimas, artes e artesanato com formas geométricas abstratas e representação de animais altamente estilizados na produção de cerâmicas, esculturas de madeira, objetos de metal e de ouro, tecidos finos, arquitetura, festivais para celebração de colheitas, do sol, do cultivo agrícola.

A culinária latino-americana tem forte influência dos vegetais, milho, feijão, batata (somente na cordilheira dos Andes tem mais de 4.000 tipos), carnes de llama, porco, pato, aveia, pães, bolos, mingaus que influenciam até hoje a gastronomia.

Em uma história mais recente, no século passado, a América Latina exala criatividade e inovação, desde o pai da aviação Santos Dumont, a cantora folclórica Mercedes Sosa, a pintora Frida Khalo, o realismo mágico de Gabriel Garcia Márquez, o escritor Mario Vargas Llosa, os pintores Botero e Portinari, a talentosa Shakira, o cartunista Quino, dentre muitos outros.

A história nos mostra que temos um dna criativo, inovador e sustentável, talvez falte resgatar e viralizar essa vocação em todas as camadas de nossa sociedade e transformar e consolidar essa nova América Latina e Criativa!

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