Economia Criativa

Economia Criativa é um conceito que ainda está em discussão, mas é evidente que a Economia Criativa é movida pela inovação, valorização do capital intelectual e a inteligência coletiva em todos os setores da economia mundial.

O termo criado pelo consultor inglês e empresário de mídia Johns Howkins, teve a sua origem quando em 1994 o primeiro-ministro australiano, Paul Keating fez o seu discurso de nação criativa, como a saída para a sobrevivência e desenvolvimento de seu país, mas apenas em 1997 na Inglaterra no governo de Tony Blair ganhou visibilidade internacional com a Força-Tarefa das Indústrias Criativas para um grande programa de políticas públicas.

Apesar do conceito ser globalizado pelo Reino Unido, praticado há décadas como política de Estado em países como Estados Unidos, Rússia, França, Alemanha e Japão, podemos afirmar com certeza que as civilizações Maias, Incas e Astecas são pioneiras em Economia Criativa.

Os setores de atuação da chamada indústrias criativas são: propaganda, arquitetura, moda, design, software, mercado editorial, televisão, filme e vídeo, artes visuais, música, expressões culturais, artes cênicas, turismo, patrimônio histórico e artesanato, porém a inserção da criatividade não tem limite nos processos, procedimentos e metodologias na produção e desenvolvimento de produtos e serviços em empresas de outros setores da economia tradicional.

Segundo estudo da UNCTAD– Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento, a Economia Criativa movimenta US$ 1,8 tri no mundo e a projeção é de chegar a US$ 6 trilhões em 2020 e representa 10% do PIB mundial.

AL+ pretende evocar o espírito de nossos antepassados e nos guiar em nossa trajetória de uma América Latina empoderada, criativa e inovadora.