Startups para Repensar a América Latina

A definição que eu mais gosto sobre uma startup é: grupo de empreendedores à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza, não sendo obrigatoriamente de base tecnológica e, se possível, de impacto social e/ou ambiental.

Segundo matéria, “Startups revolucionam a América Latina com criatividade e inovação”, publicada em agosto deste ano na revista Exame, a região recebeu aporte de mais de 30 milhões de dólares em 1333 startups de 62 aceleradoras de negócios. Chile, Brasil, Uruguai, México e Argentina são os países que mais recebem investimentos, em especial o Chile, que é a única iniciativa de governo, Startup-Chile. Entre 1.000 startups, o país já produziu um unicórnio (startup que vale mais de 1 bilhão de dólares) e quatro centauros (que valem de 100 milhões a 1 bilhão de dólares).

O que não falta na América Latina são oportunidades para startups na área de educação, habitação, saúde, mobilidade, agricultura. A região tem talentos com DNA criativo em sua população e precisa transformar suas ideias em inovação. As startups podem colaborar diretamente com o poder público e trazer melhorias aos latino-americanos a curtíssimo prazo.

Startups para repensar já, nossa querida América Latina!

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